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ALFABETO

1 de ago de 2012

Projeto 2012 do AEE (Sala de Recursos Multifuncionais)



PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZ
CENTRO DE EDUCAÇÃO BÁSICA PAULO FREIRE













PLANO DE TRABALHO ANUAL – SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS 2012.









NATÁLIA MUNIZ DO NASCIMENTO















CRUZ – CE
2011




PLANO DE TRABALHO ANUAL - SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS 2012.

ESCOLA: CEB Paulo Freire

MUNICÍPIO: Cruz

PROFESSORA RESPONSÁVEL: Natália Muniz do Nascimento

PÚBLICO ALVO: Alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, regularmente matriculados na rede pública de ensino.

PERÍODO: Ano letivo de 2012


  1. APRESENTAÇÃO
A sala de recursos multifuncional é um espaço físico onde há atendimento educacional especializado para atender os alunos matriculados na rede pública de ensino que possui algum tipo de deficiência e condutas tipicas.
As salas devem ser organizadas institucionalmente em escolas públicas para alunos do ensino infantil/ fundamental/médio dando um apoio e complementação que favoreça o desenvolvimento desses alunos.
O atendimento educacional especializado em forma de apoio pode ser oferecido dentro ou fora da sala de aula no mesmo turno da escolarização do aluno, por meio dos serviços interprete de libras, guia interprete e professor de apoio favorecendo o acesso ao currículo escolar.
Já o atendimento educacional especializado em forma complementação representa um trabalho pedagógico necessário ao desenvolvimento de competências e habilidades próprias, sendo realizado no contra turno nos seguintes serviços, sala de recursos e oficinas pedagógicas de formação e capacitação profissional, tendo como papel fundamental oferecer o que não é próprio do currículo da base nacional.

  1. JUSTIFICATIVA
     Estudos vem mostrando a inclusão de pessoas com necessidades especial no ensino regular, o que na pratica podemos observar na verdade é a exclusão, pois alunos matriculados e presentes em sala de aula não significa que estar sendo incluso na proposta educacional estabelecidas pela lei LDB.
    Refletir sobre isso requer modificação e desempenho para fazer valer o direito a educação para todos e para isso, devemos dispor de outros métodos com procedimentos acessíveis, onde todos os aluno possa acompanhar conteúdos expostos na sala de aula de modo significativo para adquirir novos conhecimentos e assim conseguir fundamentar a ideia de inclusão.
    A importância desse estudo se pauta em fazer valer a escola inclusiva onde seu papel principal seja que todos os alunos matriculados no ensino regular com deficiência ou não possam aprender juntos independente de qualquer diferença.

  1. OBJETIVO GERAL
  • Desenvolver ações e estratégias de funcionamento e acompanhamento do processo de inclusão no Município de Cruz.
  1. OBJETIVOS ESPECIFICOS
  • Efetivar, significativamente, o funcionamento e acompanhamento da Sala de Recursos Multifuncionais;
  • Oferecer aos alunos que possuem necessidades especiais um apoio pedagógicos efetivo afim de que desenvolvam suas habilidades cognitivas;
  • Sensibilizar e capacitar os professores para que possam desenvolver um trabalho verdadeiramente inclusivo;
  • Sensibilizar os pais para que reconheçam o potencial de seus filhos e assim se comprometam com o acompanhamento dos mesmos;

  1. CRONOGRAMA


Duração do projeto: Dez meses

Período - 1° mês
 Ações
  • Palestras de sensibilização sobre a inclusão dentro da escola;
  • Formação continuada para professores de apoio. (Inclusão na sala de aula)
  • Reunião com pais dos alunos especiais;
  • Criação de blog para postar trabalhos de inclusão.
  • Levantamento dos alunos que serão atendidos na sala de recursos multifuncionais
Responsável
  •  Criadora do projeto, coordenadora da educação especial do município e socióloga do município.
Período - 2° mês
 Ações
  • Formação continuada com professores de apoio; (criação de materiais pedagógico)
  • Terapia Comunitária com pais do alunos especiais;
  •  Acompanhamento dos alunos especiais na sala regular
  • Acompanhamento das atividades do projeto pela coordenadora municipal.
Responsável

  •  Criadora do projeto e Coordenadora do município.
 Período - 3° mês
 Ações
  • Formação continuada com professores de apoio; (Inclusão na sala de aula)
  • Visita a sala de ensino regular dos alunos especiais.
  • Visita domiciliar aos alunos.
Responsável
  •  Criadora do projeto e coordenadora da educação especial do município.

Período - 4° mês
 Ações 
  • Formação continuada com professores de apoio; (Criando materiais pedagógicos)
  • Terapia Comunitária com pais do alunos especiais;
  • Acompanhamento dos alunos especiais na sala regular.
  • Postagens das atividades desenvolvida na sala regular e sala de recursos.

Responsável
  •  Criadora do projeto e coordenadora da educação especial do município.

Período - 5° mês
 Ações
  • Formação continuada com professores de apoio; (Inclusão na sala de aula);
  • Reunião com os pais dos alunos especiais;
  • Acompanhamento das atividades do projeto pela coordenadora municipal.
Responsável
  •  Criadora do projeto e coordenadora da educação especial do município.
Período - 6° mês
Ações
  • Feira de materiais pedagógicos adaptados para alunos com deficiência e condutas tipicas;
  • Acompanhamento dos alunos especiais na sala de ensino regular e de recursos.
  • Socialização dos alunos da SRM.
Responsável
  •  Criadora do projeto e coordenadora da educação especial do município.
Período7° mês
 Ações
  • Terapia Comunitária com pais do alunos especiais;
  • Formação continuada com professores de apoio; (Criando materiais pedagógicos)
  • Acompanhamento dos alunos especiais na sala regular.
Responsável
  •  Criadora do projeto, coordenadora da educação especial do município e socióloga do município.
Período - 8° mês
 Ações
  • Formação continuada com professores de apoio; (inclusão na sala de aula);
  • Postagens de atividades desenvolvidas no blog
Responsável
  •  Criadora do projeto e coordenadora da educação especial do município.
Período - 9° mês
 Ações
  • Formação continuada com professores de apoio; (Criando materiais pedagógicos)
  • Acompanhamento dos alunos especiais na sala regular;
  • Visita domiciliar aos alunos especiais.
Responsável
  •  Criadora do projeto e coordenadora da educação especial do município.
Período - 10° mês
 Ações
  • Terapia Comunitária com pais do alunos especiais;
  • Feira de materiais pedagógicos adaptados para alunos com deficiência e condutas tipicas;
  • Socialização dos alunos da SRM.
Responsável
  •  Criadora do projeto, coordenadora da educação especial do município e socióloga do município.



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